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Notícias da Saúde em Portugal
Quarta-feira, 7 de julho de 2023

Ordem dos Nutricionistas recebe Certificação pela ISO 9001: 2015
ON
A Ordem dos Nutricionistas concluiu o processo de certificação do Sistema de Gestão da Qualidade, cumprindo os requisitos da norma NP EN ISO 9001:2015, passando a integrar um grupo restrito de Ordens Profissionais com todas as atividades e serviços de acordo com as regulamentações e normas nacionais e internacionais.
O certificado de conformidade abrange designadamente os seguintes processos: Gestão Estratégica; Acesso à Profissão; Exercício Profissional; Especialidades; Capacitação e Desenvolvimento; Ato Eleitoral; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Administrativa e Financeira e Comunicação e Eventos.
A Ordem dos Nutricionistas pretende ver reconhecida desta forma a conformidade dos seus serviços e a satisfação dos seus membros bem como a promoção da melhoria contínua, no sentido de uma maior eficácia de todos os seus procedimentos.
Saiba mais sobre os serviços de apoio à certificação ISO 9001:2015, para unidades de saúde, que a MedSUPPORT disponibiliza » aqui «
Uma metodologia especialmente desenhada para unidades de saúde que pretendem ter um sistema de gestão da qualidade que seja útil e que sirva os seus profissionais de saúde.

Simulacro. Acidente com dezenas de feridos graves foi cenário para ensaio no Hospital S. José
Diário de Notícias
Um acidente que envolveu um autocarro de peregrinos e provocou dezenas de feridos foi, esta terça-feira, o cenário de um exercício para testar a capacidade de resposta do Hospital de São José, em Lisboa, durante a Jornada Mundial da Juventude.
Na realidade, não existiu qualquer acidente, as 'vítimas' eram voluntários da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e os ferimentos tinham sido criados pouco tempo antes com recurso a maquilhagem, mas tudo se desenrolou de forma tão real quanto possível para ensaiar a resposta do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC) para o evento que arranca em três semanas.
"O cenário foi desenhado para envolver um conjunto de tipologias muito vasto, que envolvem a colaboração das várias especialidades existentes no centro hospitalar", explicou à Agência Lusa o diretor da Urgência Geral Polivalente e Cuidados Intensivos.
O objetivo era testar a capacidade de reposta do maior número possível de serviços e especialidades que possam ter de ser chamados a intervir numa ocorrência semelhante, incluindo serviço de sangue, bloco operatório, e até pediatria e obstetrícia.
"Houve um envolvimento muito importante para atestar as comunicações do INEM", acrescentou Francisco Lucas Matos, explicando que o simulacro "foi ativado pelas primeiras chamadas feitas pelo CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) e confirmadas pelo SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal)" que "funcionou muito bem".
O simulacro prolongou-se durante a manhã, sem interromper o normal funcionamento das urgências do hospital. A resposta a cenário real semelhante implicaria, no entanto, vários dias. "Alguns ficariam nos cuidados intensivos durante semanas", disse o diretor da Urgência.
"Esperamos que não aconteça, mas temos que estar preparados para que possa acontecer", sublinhou Francisco Lucas Matos, assegurando que o São José "tem obrigação de dar resposta".
O exercício realizado foi desenhado, especificamente, para preparar a JMJ, que vai decorrer em Lisboa, entre 01 e 06 de agosto, mas é uma prática habitual do CHLC, onde todos os anos são feitas simulações para testar a capacidade de resposta.
Governo cria grupo de trabalho para definir que circunstâncias dispensam junta médica para atestado multiúsos
S+
O Governo criou um grupo de trabalho para avaliar que circunstâncias dispensam de ir a junta médica para emissão do atestado de incapacidade multiúsos, nos casos de incapacidades permanentes, segundo despacho publicado em Diário da República.
O despacho foi publicado ontem e a medida surge na sequência de outras já tomadas anteriormente para diminuir as listas de espera na marcação de uma junta médica para a atribuição de um atestado médico de incapacidades multiúsos (AMIM), e que, em algumas zonas do país, ultrapassam os dois anos quando a lei obriga a um prazo máximo de 60 dias.
A medida estava prevista no Orçamento do Estado para 2023 e insere-se no “cumprimento da missão constitucional de proteção e promoção das pessoas com deficiência”.
Este grupo de trabalho vai ter por “missão avaliar as circunstâncias que devem dispensar a realização de junta médica”, no caso de condições congénitas ou outras que confiram um grau de incapacidade permanente.
Vão ser competências deste grupo definir as patologias que podem beneficiar da emissão do AMIM através de avaliação documental e dispensando de realização de junta médica, tendo, por isso, de definir que elementos devem ser apresentados pelo doente ou paciente.
Terá de “elaborar uma proposta de revisão do regime de avaliação das incapacidades das pessoas com deficiência”, e “contribuir para o desenvolvimento de uma base de dados centralizada para o registo da informação relacionada com as juntas médicas”.
Por outro lado, este grupo de trabalho fica responsável pela realização de um estudo sobre a dispensa de avaliação em junta médica, que deverá apresentar no prazo de três meses, período de duração do mandato, que conta a partir de ontem.
Por outro lado, o Governo prorrogou a validade dos AMIM para efeitos de benefícios sociais, económicos e fiscais, tendo também aprovado “um regime transitório para a emissão de atestado médico de incapacidade multiúso para os doentes oncológicos”.
O grupo de trabalho será coordenado pelo gabinete da secretária de Estado da Promoção da Saúde, tendo na constituição um representante do gabinete do Secretário de Estado da Saúde, do gabinete da Secretária de Estado da Inclusão, do gabinete da Secretária de Estado do Orçamento, da Direção-Geral da Saúde, dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, Instituto da Segurança Social, Autoridade Tributária e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes.
Segundo o despacho, nenhuma destas pessoas receberá “qualquer remuneração adicional, sem prejuízo do abono de ajudas de custo e de transporte pelas deslocações realizadas”, e cujo pagamento será da responsabilidade da instituição que representa.

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