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Notícias da Saúde em Portugal 536
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A ilusão dos açúcares “saudáveis”, um “mito mirabolante”, analisada pelo químico Dario Bressanini
Sapo
Dos fumados “carcinogénicos” ao infame óleo de palma, dos misteriosos “açúcares adicionados” ao temível sal, a comida de hoje mais parece um inimigo do qual temos de nos defender do que um dos grandes prazeres da vida. “Graças ao marketing hiperagressivo e aos muitos arautos da desgraça que usam as redes sociais para espalhar informações alarmistas sem base científica, quantos mais alimentos temos ao nosso dispor, mais eles nos causam ansiedade e desconfiança. ‘Isto faz bem ou faz mal, sim ou não?’, é a pergunta que todos nós fazemos sempre que nos põem um prato à frente”. É desta forma que lemos um excerto da recensão ao livro Posso comer ou faz-me mal? - Manual de autodefesa alimentar (edição Contraponto), assinado pelo químico italiano Dario Bressanini.

Xarope, xarope meu, quem é mais natural do que eu?
De há alguns anos para cá, explodiu a moda dos adoçantes “naturais”. Na era da demonização da sacarose, o açúcar de mesa comum, sentimo‑nos agora culpados por comer doces e não queremos ver a palavra açúcar num rótulo. Se, por vezes, como vimos, é possível camuflá‑lo sob a forma de extratos açucarados de fruta, outras vezes, é necessária uma estratégia diferente. Assim, as prateleiras dos supermercados, e mais ainda as das lojas especializadas, enchem‑se de xaropes e açúcares de vários tipos, desde o xarope de ácer ao xarope de agave, do açúcar de coco ao açúcar de palma, passando pelos maltes de todos os tipos. Todos mais ou menos promovidos e publicitados com uma aura de naturalidade que leva muitas pessoas a utilizá‑los, não pelo seu sabor, muitas vezes complexo e maravilhosamente aromático, ao contrário da sacarose comum, mas porque são supostamente “mais saudáveis”. É o que dão a entender os vários gurus da saúde na Internet. Poucos sabem, no entanto, o que contêm.
Consumidos em excesso, todos os açúcares, independentemente da sua origem e grau de refinamento, podem causar ou agravar problemas de saúde como a obesidade e a diabetes. No fundo, são apenas açúcares simples com aromas particulares, mas devem ser tratados como o açúcar de mesa normal: com moderação. Sempre.
Nesta notícia poderá ainda ler sobre:
Açúcares exóticos
Ácer, agave e outros xaropes
Uma moda
Falta sangue, reservas estão abaixo do necessário, feito segundo apelo a todo o país
CNN
Grupos sanguíneos A+, A-, O+ e O- são os mais necessitados, mas doe independentemente do grupo a que pertence. Partilhe este artigo com familiares, amigos, colegas, com todos
A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (FEPODABES) apelou esta quinta-feira à dávida de sangue para evitar faltas nos hospitais, alertando que as reservas estão abaixo das necessidades.
O apelo da federação segue a um outro publicado nas redes sociais pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), que na mensagem divulgada na quarta-feira pede a todos os dadores que estejam em condições de fazer uma nova dádiva de sangue que o façam, sobretudo nos grupos sanguíneos A+, A-, O+ e O-.

O IPST explica o impacto nas reservas de sangue com a sazonalidade relacionada com as doenças respiratórias e assume que atualmente, nestes grupos sanguíneos, as reservas são “insuficientes para dar resposta às necessidades dos doentes”.
Citado no comunicado hoje divulgado, o presidente da FEPODABES, Alberto Mota, apela a todos só cidadãos com mais de 18 anos, que tenham mais de 50 quilos e sejam saudáveis para darem sangue, sublinhando que se trata de um gesto simples que “contribui para salvar muitas vidas”.
A informação sobre os locais oficias de recolha de sangue está disponível em www.fepodabes.pt e no portal www.dador.pt.
Estilo de vida e fatores ambientais afetam mais a saúde que os nossos genes
Notícias Saúde
Desengane-se se pensa que os genes são os principais responsáveis pela sua saúde. Um novo estudo, liderado por investigadores da Oxford Population Health, mostra que uma série de fatores ambientais, incluindo o estilo de vida (tabagismo e atividade física) e as condições de vida, têm um impacto maior na saúde e na morte prematura do que a genética.
Os investigadores utilizaram dados de quase meio milhão de participantes do Biobank do Reino Unido para avaliar a influência de 164 fatores ambientais e pontuações de risco genético para 22 doenças relacionadas com a idade e morte prematura.

E concluíram que os fatores ambientais explicaram 17% da variação do risco de morte, face a menos de 2% explicados pela predisposição genética (tal como a entendemos atualmente).
Dos 25 fatores ambientais independentes identificados, o tabagismo, o estatuto socioeconómico, a atividade física e as condições de vida tiveram o maior impacto na mortalidade e no envelhecimento biológico.
“A nossa investigação demonstra o profundo impacto na saúde das exposições que podem ser alteradas pelos indivíduos ou através de políticas para melhorar as condições socioeconómicas, reduzir o tabagismo ou promover a atividade física.”
PEM Móvel I 6 anos a simplificar a Prescrição Eletrónica Médica
SPMS
A aplicação de Prescrição Eletrónica Médica Móvel (PEM Móvel) assinala esta quinta-feira, 20 de fevereiro, 6 anos de atividade e perto de 9,9 milhões de prescrições médicas.

Desenvolvida pela SPMS, a PEM Móvel agiliza o ato de prescrever, permitindo aos médicos prescrever de forma simples, prática, segura e cómoda. Cumpre todos os requisitos de segurança e apresenta muitas vantagens. Por exemplo, é extremamente útil nas consultas em contexto de domicílio, ou quando o médico se encontra longe do doente.
Desde que foi lançada, já permitiu prescrever mais de 22 milhões de embalagens.

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