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Notícias da Saúde em Portugal 555
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Os riscos associados ao estilo de vida pesam mais no coração das mulheres
Notícias Saúde
O estilo de vida e os fatores de saúde associados às doenças cardíacas parecem ter um impacto maior nas mulheres do que nos homens, mostra um estudo apresentado na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia.
Embora fatores como a dieta, o exercício, o tabagismo e a pressão arterial estejam há muito associados ao risco de doença cardíaca, o novo estudo é o primeiro a mostrar que estas associações são coletivamente mais fortes nas mulheres do que nos homens.

De acordo com os investigadores, as descobertas sugerem que as abordagens de rastreio ou de avaliação de risco específicas por sexo podem fornecer uma imagem mais precisa do risco cardiovascular e motivar melhor as pessoas a adotar hábitos saudáveis para o coração.
“Para o mesmo nível de saúde, o nosso estudo mostra que o aumento do risco [relacionado com cada fator] é maior nas mulheres do que nos homens.”
O estudo centrou-se em oito fatores associados à doença cardíaca: dieta, sono, atividade física, tabagismo, índice de massa corporal, glicemia, lípidos e pressão arterial. No geral, os resultados mostraram que as mulheres eram mais propensas a ter menos fatores de risco negativos e mais positivos face aos homens. No entanto, as mulheres com fatores de risco mais negativos enfrentaram um aumento mais pronunciado na probabilidade de um ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou outro evento cardiovascular em comparação com os homens com um perfil de fatores de risco semelhante.
Cinco anos após a pandemia, uma em cada dez pessoas não tem a certeza se tem Covid longa
Euronews
Quase uma em cada dez pessoas não tem a certeza se tem ou não a chamada Covid longa, de acordo com uma nova análise dos dados de um inquérito que surge cinco anos depois de a pandemia ter obrigado as pessoas em todo o mundo a ficarem em casa para evitar a propagação do vírus.
Com base num inquérito do Serviço Nacional de Saúde (NHS) de Inglaterra a mais de 750 mil pessoas, o novo estudo mostra também que quase uma em cada 20 pessoas tem Covid longa, que é o nome dado aos sintomas duradouros da doença.

A doença crónica pós-viral inclui sintomas como fadiga, nevoeiro cerebral, tonturas, falta de ar e dores musculares. As pessoas que sofrem desta doença afirmam que há risco de uma exaustão grave que as pode impedir de levar uma vida normal.
"Se não lhe disserem que tem Covid longa, ou seja, se não tiver um diagnóstico clínico, é provável que não tenha a certeza de que tem Covid longa."
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O que é que a investigação descobriu mais?
Investigadora alerta para risco de usar IA como psicoterapeuta
Canal S+
A investigadora e psicoterapeuta Mariana Barbosa alertou hoje que há pessoas com doença mental que não recorrem a ajuda profissional porque acreditam conseguir resolver o problema através da Inteligência Artificial (IA).
“Algumas pessoas não chegam sequer a procurar psicoterapia por estarem na ilusão de que têm um psicoterapeuta virtual.”

Mariana Barbosa recordou uma situação em que uma paciente chegou a uma consulta com um diagnóstico de défice de atenção e hiperatividade elaborado pelo ChatGPT, que estava errado.
A psicoterapeuta mencionou que as sugestões da IA prejudicam os pacientes através dos erros de diagnóstico e das recomendações de estratégias sem a devida avaliação psicológica da pessoa. Os pacientes entram numa ilusão e acreditam que têm um psicoterapeuta virtual, excluindo o verdadeiro profissional de saúde.
A professora sublinhou que os profissionais de saúde podem utilizar a IA como auxiliar, mas os pacientes não podem usar o sistema como se fosse um verdadeiro psicoterapeuta.
Conferência em Bruxelas assinala adoção do Regulamento do EEDS
SPMS
“European Health Data Space – Unlocking Europe’s Health Data Future Together” foi a conferência realizada no dia 18 de março, em Bruxelas, para assinalar a adoção e publicação oficial do Regulamento do Espaço Europeu de Dados de Saúde (EEDS).

A adoção deste regulamento é um marco determinante na construção de um ecossistema seguro e de confiança para o acesso e partilha de dados de saúde eletrónicos em toda a UE.
A agenda do evento contou com painéis de discussão sobre o impacto do EEDS nos cidadãos europeus, destacando os benefícios de um ecossistema de saúde digital centrado no paciente. Foram ainda aprofundadas questões essenciais como privacidade, segurança e o envolvimento dos cidadãos, com ênfase nos desafios e mecanismos necessários para garantir a proteção dos dados de saúde. Adicionalmente, discutiu-se o papel do EEDS na promoção da inovação e da competitividade no setor da saúde, consolidando uma visão europeia partilhada para um futuro digital mais integrado e eficaz na área da saúde.

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