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Investigação do cancro junta dois prémios Nobel e jovens cientistas no Algarve

TVI Notícias

Vilamoura vai receber um curso internacional de investigação do cancro com a presença de dois Prémios Nobel da Medicina, reunindo jovens cientistas e especialistas de Portugal e dos Estados Unidos para reforçar a cooperação científica.

Vilamoura vai acolher entre 11 e 17 de maio um curso de verão sobre investigação do cancro, reunindo jovens cientistas e dois prémios Nobel da Medicina, reforçando a cooperação entre Portugal e os Estados Unidos da América.

O evento faz parte da Iniciativa EUA-PT contra o Cancro (UPIC), envolvendo cerca de duas dezenas de instituições académicas de referência dos dois países, visando promover a colaboração transatlântica na área da oncologia.

Em declarações à agência Lusa, o coordenador do Centro de Investigação em Biomedicina (CBMR) da Universidade do Algarve, Pedro Castelo-Branco, explicou que a iniciativa é dirigida a “30 participantes, maioritariamente doutorandos, mas também médicos, cientistas e pós-doutorados em início de carreira”.

“É para estes jovens investigadores que preparámos este curso”, afirmou, acrescentando que a organização procurou “trazer investigadores de renome internacional e nacional para lecionar e abordar áreas como as características do cancro", o microambiente tumoral, os mecanismos de resistência às terapias, a epigenética e o metabolismo das células cancerígenas.

Entre os oradores convidados estão os laureados com o Prémio Nobel da Medicina James Patrick Allison, distinguido com o Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina em 2018 - galardão partilhado com o japonês Tasuku Honjo pelas descobertas sobre o papel do sistema imunitário no combate ao cancro -, e William Kaelin Jr., distinguido em 2019, pelos trabalhos sobre os mecanismos de resposta celular à hipoxia.

Segundo Pedro Castelo-Branco, “todos os dias haverá dois investigadores, nomeadamente norte-americanos e portugueses”, num modelo que pretende equilibrar a participação internacional e nacional, permitindo “que se criem laços e pontes com cientistas e instituições norte-americanas”.

O formato do curso inclui “uma aula inicial de cerca de 45 minutos, de caráter didático, seguida de um período de perguntas e respostas, e depois uma apresentação de cerca de 20 minutos sobre a investigação de ponta que cada investigador está a desenvolver no seu laboratório”.

O também vice-reitor da Universidade do Algarve para a Investigação e Inovação sublinhou que a escolha dos especialistas internacionais “advém da qualidade reconhecida na área, sendo provenientes das melhores universidades e com currículos de elevado nível”.

Os convidados portugueses “são também investigadores reconhecidos, procurando-se garantir uma representação de norte a sul do país”, apontou.

“A investigação do cancro em Portugal está num bom nível. Temos bons centros e, nas últimas décadas, a realidade tem-se transformado, sendo hoje possível fazer investigação de ponta no nosso país”.

Afirmou o Prof. Doutor Pedro Castelo-Branco - Vice-reitor da Universidade do Algarve para a Investigação e Inovação

Ainda assim, considerou que a colaboração internacional é essencial: “A possibilidade de nos aliarmos a grandes universidades norte-americanas, concorrendo a projetos em conjunto e treinando os nossos alunos de forma transversal, eleva-nos ainda mais”.

Apesar de reconhecer a diferença de escala no investimento, Pedro Castelo-Branco destacou que “com os recursos disponíveis já se fazem em Portugal trabalhos reconhecidos internacionalmente”.

O programa contará também com outros especialistas de referência mundial, incluindo Douglas Hanahan, que abrirá o curso, sendo descrito por Pedro Castelo-Branco como “uma das principais figuras na definição dos conceitos fundamentais da investigação em cancro”, e Ronald DePinho, antigo diretor do MD Anderson Cancer Center e “grande dinamizador do projeto" Iniciativa EUA-PT contra o Cancro (UPIC).

O curso vai decorrer em Vilamoura, mas, devido à qualidade dos oradores, na tarde de sexta-feira, 15 de maio, será transferido para a Universidade do Algarve, numa sessão aberta à comunidade.

“Nesse dia, o curso deixa de ser limitado a 30 participantes e passa a uma sessão pública dirigida à comunidade estudantil e médica, não só do Algarve, mas de todo o país”, concluiu o coordenador do Centro de Investigação em Biomedicina.

«A qualidade embrionária também depende da condição espermática»

JUSTNEWS

Compreende-se que Luís Ferreira Vicente queira destacar que o mau desenvolvimento embrionário pode ter na sua origem uma menor qualidade dos espermatozoides. Afinal, a causa masculina tem vindo a ganhar peso, sendo já responsável por metade dos casos de infertilidade, havendo cada vez mais necessidade de personalizar o tratamento no homem.

A conversa com o atual presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução aconteceu a pouco mais de um mês de distância das XL Jornadas de Estudos da Reprodução. O maior evento da SPMR em 2026 vai decorrer em Alcobaça, dias 8 e 9 de maio.

São vários os peritos estrangeiros que integram o programa da reunião, nomeadamente, o andrologista Jorge Hallak e o ginecologista Peter Humaidan. E que desejam, tal como Luís Ferreira Vicente, “melhorar as taxas de gravidez, seja espontaneamente, quer através de inseminação intrauterina ou de fertilização in vitro”.

“Há grupos de homens que nós temos que tratar de forma diferente. Enquanto até agora, quando havia um fator masculino presente, a nossa intervenção incidia essencialmente no casal, com o tratamento de fertilização in vitro, nomeadamente recorrendo à microinjeção do espermatozoide dentro do óvulo, estamos a chegar à conclusão de que precisamos de melhorar a condição espermática”.

Refere o coordenador do Centro de Procriação Medicamente Assistida do Hospital Lusíadas Lisboa - Dr. Luís Ferreira Vicente

Está hoje comprovado, na sequência de estudos que têm sido feitos, por exemplo, pelo andrologista brasileiro Sandro Esteves, que quando há um fator masculino envolvido o tipo de infertilidade associada pode divergir muito de caso para caso. Certas doenças prévias, a exposição a quimioterapia e o “grande impacto” do ambiente, como o caso dos disruptores endócrinos que acabam, frequentemente, por afetar a condição espermática.

“A qualidade embrionária depende do ovócito mas também da qualidade do espermatozoide”, sublinha Luís Ferreira Vicente, lembrando que a fragmentação do DNA deste último tem impacto na divisão celular do embrião. E acrescenta que se fala muito no risco de se registarem alterações cromossómicas no filho de uma mulher que engravida depois dos 40 anos, mas não se tem dado idêntica relevância ao que acontece no homem acima dos 50-55 anos, mais sujeito a ser responsável por uma doença genética, ou maior incidência de autismo, num seu descendente.

Para além do bisfenol, que está presente nos plásticos e em quantidades tóxicas em coisas tão simples como as impressões em papel do Multibanco ou as vulgares senhas de espera, o médico chama a atenção para o telemóvel com wi-fi ligado no bolso da frente das calças ou para o consumo de canábis.

“Vemos reduções muito grandes na concentração e na mobilidade dos espermatozoides em homens que consomem canábis”, regista.

Da IA às más notícias

Como implementar a utilização da inteligência artificial no Laboratório de Embriologia é outro assunto a ser abordado nas XL Jornadas da SPMR. Luís Ferreira Vicente releva a importância do tema porque “os sistemas de monitorização contínua por vídeo para a seleção de embriões geram tanta informação sobre o seu desenvolvimento que aquela se torna depois difícil de interpretar”. E acrescenta:

“A IA vem-nos ajudar a tornar mais fácil a tarefa de identificar qual o melhor embrião a transferir, os seja, o que apresenta uma maior probabilidade de conseguirmos a gravidez. Ao fim de quantas horas é que se deu a primeira divisão, avaliar a formação dos pronúcleos... toda essa informação pode ter impacto no resultado final. Também é agora possível, por exemplo, logo no momento da ecografia, estandardizar e aumentar a precisão das medições do diâmetro dos folículos.”

Dr. Luís Ferreira Vicente - Coordenador do Centro de Procriação Medicamente Assistida do Hospital Lusíadas Lisboa

“Bem gostávamos que a nossa taxa de gravidezes bem-sucedidas fosse de 100%, mas, infelizmente, não é isso que acontece. Em média, situa-se nos 25-45% no 1.º tratamento, podendo ir um pouco mais além quando a idade da mulher é mais baixa, mas quando é superior aos 40 anos, sobretudo a partir dos 43, começamos a ter percentagens de êxito inferiores a 5%”, esclarece Luís Ferreira Vicente.

É por isso que se torna tão importante trabalhar a maneira como se deve dar uma má notícia, o que, aliás, justifica a inclusão desta questão no programa das Jornadas:

“Provavelmente, no início da minha carreira, terei prejudicado alguns casais por não ter dado essa notícia da forma que mais os ajudaria. Daí que eu ache que todos nós temos sempre que melhorar. E não esquecendo que somos uma equipa interdisciplinar, cujos elementos têm que trabalhar todos em conjunto para que o casal seja beneficiado, incluindo também o modo como lidamos com os doentes”

PNPSO 2030: o que muda — e o que isso significa para a gestão da sua clínica

Jornal Dentistry

A discussão pública sobre o Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral está focada nos cheques e na carreira no SNS. Mas há mudanças que afetam diretamente a forma como as clínicas privadas gerem a sua documentação e conformidade — e que merecem atenção antes de janeiro de 2027.

No dia 20 de março de 2026 — Dia Mundial da Saúde Oral —, o Governo publicou a Portaria n.º 123/2026/1, que define o modelo de funcionamento do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral 2030. A reação foi imediata: a Ordem dos Médicos Dentistas distanciou-se do documento, o Sindicato contestou o processo, e a discussão nas redes sociais instalou-se rapidamente em torno de dois temas — o valor inicial do cheque-dentista, que desce de 45 para 40 euros, e a ausência de uma carreira de medicina dentária no SNS.

São preocupações legítimas. Mas há outra dimensão desta portaria que está a passar despercebida na discussão pública — e que tem implicações diretas para a gestão quotidiana das clínicas dentárias privadas que participam no programa.

Este artigo não toma partido na discussão política. O que pretende fazer é mais simples: traduzir o que muda, concretamente, para quem gere uma clínica.

O que é o PNPSO 2030 — e o que muda face ao modelo atual

O PNPSO 2030 não é uma novidade absoluta. É a reformulação de um programa que existe desde 2009. Ao longo dos anos, o programa foi sendo ajustado — novos grupos-alvo, novos valores, novos diplomas —, mas a sua lógica essencial manteve-se: o Estado emite cheques que os cidadãos elegíveis podem usar em prestadores privados credenciados.

O que muda com a nova portaria é a arquitetura do sistema. Na nossa opinião, três alterações merecem atenção particular por parte das clínicas privadas:

Em primeiro lugar, o sistema de informação. A implementação plena do PNPSO 2030 está dependente do arranque do novo Sistema de Informação de Saúde Oral — o SISO —, previsto para 1 de janeiro de 2027. O SISO será responsável por suportar a emissão automática de cheques, assegurar a monitorização da prestação de cuidados e integrar dados clínicos provenientes das diferentes unidades prestadoras. Na prática, isto significa que cada ato realizado no âmbito do programa ficará registado e poderá ser cruzado com outros dados.

Em segundo lugar, a rastreabilidade. O novo modelo pressupõe uma capacidade de reporte e de documentação que vai além do que era exigido até agora. As clínicas que participam no programa passarão a integrar um sistema de monitorização contínua — o que exige que os processos internos estejam organizados de forma a produzir informação fiável e atualizada.

Em terceiro lugar, a governação local. O PNPSO 2030 reforça o papel das Unidades Locais de Saúde na coordenação dos prestadores da sua área. Para as clínicas privadas credenciadas, isto pode traduzir-se em novas exigências de articulação, reporte e alinhamento com critérios definidos localmente.

A questão não é apenas o valor do cheque. É saber se a clínica está preparada para operar num sistema que será, a partir de 2027, muito mais integrado e monitorizado do que o atual.

A armadilha do 'ainda há tempo'

A portaria produz efeitos a 1 de janeiro de 2027. Falta, aparentemente, tempo suficiente para se preparar. Mas esta perceção pode ser enganosa — e é exatamente o tipo de raciocínio que, noutros contextos regulatórios, tem apanhado muitas clínicas desprevenidas.

O prazo de quase um ano não é uma folga operacional. É o tempo necessário para perceber o que vai mudar, avaliar o estado atual da clínica, identificar lacunas e implementar correções de forma planeada e sem pressão. Quem esperar pela proximidade da data de entrada em vigor para começar a pensar no assunto estará, por definição, a gerir uma urgência — com tudo o que isso implica em termos de custo, esforço e risco de erro.

Há um padrão que se repete no setor: as clínicas que se antecipam às mudanças regulatórias chegam à data de implementação com os processos ajustados e a equipa alinhada. As que esperam chegam em modo de emergência — e pagam por isso, em tempo, em dinheiro e em tranquilidade.

O que as clínicas privadas devem começar a avaliar já

Independentemente de participar ou não no PNPSO 2030, este momento de mudança regulatória é uma oportunidade para fazer uma revisão honesta do estado da conformidade da clínica. Algumas questões práticas:

A documentação da clínica está organizada e atualizada? Uma clínica com documentação dispersa ou desatualizada terá dificuldade em corresponder às exigências de um sistema de informação integrado.

Os processos internos estão documentados de forma que possam ser reportados externamente? A monitorização contínua prevista no PNPSO 2030 pressupõe que a clínica consiga produzir informação estruturada sobre o que faz. Isso não acontece por acidente — é o resultado de processos sistematizados.

A clínica já está alinhada com a Portaria n.º 99/2024/1? Esta portaria, que estabelece os requisitos de licenciamento das clínicas dentárias, tem um prazo de adaptação de cinco anos a contar de março de 2024. O PNPSO 2030 acrescenta uma camada sobre esta base — e quem não tiver a base em ordem terá mais dificuldade em gerir as novas exigências.

A questão não é se vale a pena preparar-se. É quando se decide começar.

Uma mudança de paradigma que vai além do PNPSO

O PNPSO 2030 insere-se num contexto mais amplo de transformação da regulação em saúde em Portugal. O SINAS+, da Entidade Reguladora da Saúde, introduz uma lógica de supervisão preditiva baseada no cruzamento de dados de múltiplas fontes. O novo modelo de informação do PNPSO 2030 vai na mesma direção: mais dados, mais integração, mais monitorização contínua.

O que isto significa, em termos práticos, é que a conformidade das clínicas dentárias deixa progressivamente de ser avaliada apenas em momentos pontuais — uma inspeção, uma visita da ERS — e passa a ser monitorizada de forma sistemática, com base em informação que a própria clínica produz e reporta.

Para as clínicas que já trabalham com processos organizados e documentação em ordem, esta mudança é uma vantagem: serão naturalmente bem posicionadas num sistema que recompensa a rastreabilidade e a transparência. Para as que ainda dependem de processos informais e da memória da equipa, o momento de agir é agora — antes que a urgência imponha o ritmo.

O que fazer a seguir

Nem todas as clínicas participam no PNPSO. Mas todas têm obrigações de licenciamento, de conformidade e de documentação, independentemente do programa. E todas serão afetadas, em maior ou menor grau, pelo novo contexto regulatório que está a tomar forma.

O passo mais útil que uma clínica pode dar neste momento é fazer um diagnóstico honesto do seu estado atual: o que está em ordem, o que precisa de atenção, o que pode ser melhorado de forma planeada. Sem dramatismo, sem urgência artificial — mas com a clareza de quem percebe que o setor está a mudar e que a antecipação é sempre mais barata do que a reação.

A MedSUPPORT acompanha o licenciamento e a conformidade de clínicas dentárias em todo o país e tem seguido de perto as implicações do novo quadro regulatório para a gestão clínica. Se quiser perceber, de forma concreta, o que estas mudanças significam para a sua clínica, contacte-nos para uma conversa inicial — sem compromisso e sem formulários.

PNPSO 2030 O QUE MUDA E O QUE ISSO SIGNIFICA PARA A GESTÃO.pdf204.93 KB • PDF Arquivo

Consulte aqui a edição completa de abril d’ "O JornalDentistry"

Congresso WEs 2026 trouxe a Lisboa novos dados sobre o tratamento da esquizofrenia aguda

JUSTNEWS

A capital recebeu, no último fim de semana, a 2.ª edição do WEs - Workshops em Esquizofrenia, um encontro científico que discutiu avanços clínicos e novas estratégias terapêuticas na abordagem da esquizofrenia, do diagnóstico à recuperação funcional.

Um dos maiores destaques foi a apresentação dos primeiros resultados do RESHAPE, uma investigação prospetiva e multicêntrica que avaliou o impacto da Risperidona ISM® em doentes hospitalizados por recaídas psicóticas agudas. O estudo decorreu em cinco países europeus, incluindo Portugal, e acompanhou 275 doentes em contexto real de internamento, constituindo-se como o único antipsicótico injetável de longa duração estudado especificamente na fase aguda da esquizofrenia.

“Os dados do RESHAPE mostram que a Risperidona ISM® atinge níveis terapêuticos eficazes em apenas 12 horas após a injeção, permitindo uma estabilização mais rápida e uma tomada de decisão mais segura durante o internamento”, segundo Christoph U. Correll, investigador principal do estudo, que adianta:

“Estes resultados sugerem que a utilização precoce deste injetável pode reduzir a duração do internamento e reforçar a continuidade terapêutica após a alta, beneficiando tanto doentes como profissionais.”

Christoph U. Correll - Investigador principal do estudo.

O estudo mostra ainda tendências positivas na funcionalidade social, na satisfação com o tratamento e na relação terapêutica, acompanhadas por um perfil de tolerabilidade consistente em contexto clínico real.

O WEs 2026 reuniu um painel de especialistas que incluiu Celso Arango (Espanha), referência em psicoses de início precoce, Mikkel Højlund (Dinamarca), perito em antipsicóticos e dados reais, Elias Wagner (Alemanha), especialista em esquizofrenia resistente, e Miquel Bioque (Espanha), investigador em biomarcadores.

Maria João Heitor, Nuno Madeira, Ricardo Moreira e Ricardo Caetano foram os psiquiatras portugueses que integraram o Comité Científico deste Congresso, que decorreu dias 17 e 18 de abril e foi promovido pelos Laboratórios Farmacêuticos ROVI.

Para além da apresentação completa dos resultados do estudo RESHAPE, houve oportunidade de debater, nomeadamente, o diagnóstico, a recuperação e a continuidade de cuidados na área específica da esquizofrenia. Uma sessão Hot topic contemplou a polifarmácia antipsicótica e a resistência terapêutica.

O programa do evento incluiu também um workshop interativo de análise de um caso clínico e uma mesa-redonda sobre inclusão social e articulação entre saúde mental e setor social.

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A equipa da MedSUPPORT.

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