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Instituto para os Comportamentos Aditivos lança campanha nacional de prevenção para jovens

OBSERVADOR

Jovens são o público-alvo da nova campanha de prevenção do Instituto para os Comportamentos Aditivos. Este tipo de campanha universal não era realizado há mais de 10 anos.

O Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências (ICAD) lançou esta sexta-feira uma campanha universal de prevenção dirigida aos jovens para promover escolhas saudáveis e prevenir consumos e comportamentos de risco.

Trata-se da primeira campanha nacional de prevenção universal deste tipo em mais de 10 anos, segundo o instituto.

“É fundamental fazer uma campanha destas porque é muito importante apostar na prevenção e vamos apostar na prevenção numa perspetiva de reduzir os custos futuros, custos a todos os níveis”.

Joana Teixeira - A presidente do ICAD

Segundo Joana Teixeira, a campanha assenta na promoção de cinco fatores de proteção considerados fundamentais para reduzir a procura de comportamentos de risco, nomeadamente consumos.

“Os fatores de proteção que sabemos que têm que ser desenvolvidos e estimulados nos jovens é a melhoria da autoestima, a melhoria do sentimento de pertença, o desenvolvimento de atividades de lazer saudáveis, a criação de hábitos saudáveis, de alimentação, de exercício físico e também promover o bem-estar emocional”, salientou.

“É uma geração digital e daí a campanha ser digital”, explicou, acrescentando que está dirigida “ao novo público-alvo que são na mesma jovens, mas de outra geração, com o consumo de outras substâncias”, sendo por isso “uma campanha universal dirigida aos jovens”.

Joana Teixeira - A presidente do ICAD

A campanha pretende aumentar a literacia dos jovens em matéria de comportamentos aditivos e dependências, numa fase da vida em que os mecanismos associados à tomada de decisões ainda estão em desenvolvimento, reforçando a ideia de que existem alternativas mais saudáveis aos consumos de risco.

A divulgação será feita através das plataformas digitais do ICAD e com parceiros institucionais, estando também a ser equacionada a colaboração com influencers.

i3S descobre como melhorar eficácia da quimioterapia na leucemia mieloide aguda

RENASCENÇA

Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto identificaram uma nova estratégia terapêutica que pode melhorar a eficácia da quimioterapia e reduzir complicações graves associadas ao tratamento da leucemia mieloide aguda.

Por agora, os investigadores provaram "que a administração de transferrina, uma proteína que transporta ferro pela corrente sanguínea, em conjunto com a quimioterapia, melhora a recuperação da medula óssea, aumenta a sobrevivência e reduz as complicações infecciosas associadas à terapia convencional", detalha o instituto.

A leucemia mieloide aguda é tratada, na maioria dos casos, com quimioterapia intensiva e, "apesar de eliminar células cancerígenas com eficácia, provoca toxicidade elevada, nomeadamente a acumulação excessiva de ferro nos tecidos", explica Delfim Duarte, hematologista do IPO Porto e líder do grupo de investigação Hematopoiesis and Microenvironments do i3S.

Neste estudo, os investigadores testaram a administração de apotransferrina humana, uma forma de transferrina sem ferro, "para captar esse mineral em excesso e redistribuí-lo para células saudáveis da medula óssea e do sistema imunitário". .

A equipa estudou ainda a segurança desta estratégia no contexto de infeção grave, "uma das principais causas de morte em doentes com leucemia mieloide aguda".

Ébola. Ensaio clínico com dois novos tratamentos começa na próxima semana

RTP NOTÍCIAS

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde anunciou na passada quarta-feira que está previsto na próxima semana o arranque de um ensaio clínico com dois tratamentos para a estirpe do Ébola, conhecida como Bundibugyo, contra a qual ainda não existe qualquer vacina ou tratamento específico.

Em conferência de imprensa, Tedros Adhanom Ghebreyesus adiantou que estão concluídos os “preparativos para um ensaio clínico com dois tratamentos”, e que este “deverá começar na RDC [República Democrática do Congo] na próxima semana”.

Os tratamentos são o anticorpo monoclonal MBP134 e o antiviral remdesivir. Vasee Moorthy, do Departamento de Ciências da Saúde da OMS, acrescentou que o ensaio deverá envolver aproximadamente 1.000 pessoas.

Entretanto, na passada quarta-feira foi identificado em França o primeiro caso de Ébola fora do continente africano desde o início da epidemia. Trata-se de um médico que participou numa missão humanitária na República Democrática do Congo e que chegou a Paris na última terça-feira, num voo da Air France proveniente de Kinshasa.

A companhia aérea já facultou a lista completa de passageiros do voo em causa e o Ministério francês da Saúde já está a instruir estes contactos a cumprirem 21 dias de isolamento domiciliário.

MedSUPPORT | Testemunho da semana

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Laboratório de Próteses Dentárias - Guimarães

APA representa Portugal na 60.ª reunião do Comité de Normas de Proteção Radiológica da AIEA

APA

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) participa, em representação de Portugal, na 60.ª reunião do Radiation Safety Standards Committee (RASSC) da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), que decorre entre os dias 23 e 25 de junho de 2026, em Viena, na Áustria.

O RASSC é um dos principais comités da AIEA responsáveis pelo desenvolvimento e revisão das normas internacionais de segurança no domínio da proteção radiológica e segurança das radiações, reunindo representantes dos Estados-Membros e de organizações internacionais relevantes.

Portugal apoiou igualmente a necessidade de desenvolver orientações técnicas mais detalhadas relativamente ao torão, nomeadamente no que respeita à monitorização, avaliação e gestão da exposição, bem como no domínio da imagiologia não médica, área onde se considera existir necessidade de clarificação e harmonização internacional adicionais.

A participação da APA no RASSC reafirma o compromisso nacional com a melhoria contínua das normas internacionais de segurança, promovendo elevados níveis de proteção das pessoas e do ambiente e contribuindo ativamente para o desenvolvimento do sistema internacional de segurança da AIEA.

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