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Notícias da Saúde em Portugal
Sexta-feira, 24 de março de 2023

ERS
Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e INFARMED, I.P. reunidos
Os Conselhos da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P. (INFARMED, I.P.), estiveram reunidos, quinta-feira 23 de março , durante a manhã e analisaram áreas de colaboração para reforço de sinergias no âmbito da atuação regulatória de ambas as instituições.
ERS: António Pimenta Marinho (Presidente), Mariana Mota Torres (Vogal), Franklim Marques (Vogal);
INFARMED, I.P.: Rui Santos Ivo (Presidente), Carlos Lima Alves (Vice-Presidente), Erica Viegas (Vogal)
SPMS
SNS SUmmit conta com participação da SPMS
“A linha SNS 24 ficou colada à Covid”, obstáculo identificado por João Oliveira, coordenador da SPMS – Linha SNS 24, durante a sua intervenção no SNS SUmmit, fórum realizado pela Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS) com o apoio da SPMS - Serviços Partilhados no Ministério da Saúde, esta quinta-feira, dia 23 de março.
Para reforçar o apoio às urgências hospitalares, as campanhas de comunicação mais dirigidas e próximas do utente, de forma a promover o SNS 24 como a primeira porta de entrada no Serviço Nacional de Saúde (SNS), foi uma das soluções apontadas pelo coordenador da Linha.
Dissociar o SNS 24 da Covid-19 e incentivar a população a contactar a Linha face a um problema de saúde não emergente é fundamental para evitar idas desnecessárias aos serviços de urgência. “Há um hábito intrínseco do português recorrer ao serviço de urgência por tudo”, reconheceu, acrescentando que o processo para alterar este processo leva o seu tempo, mas, “cabe a cada um de nós promover essa mudança”.
A teleconsulta médica após triagem no SNS 24 é outra das soluções. Uma resposta direta depois do contacto com o SNS 24 que passa pela geração de uma teleconsulta com um profissional de saúde está a ser equacionada para integrar a Linha.
SIC Notícias
Fazer uma higiene oral adequada pode diminuir o risco de cancro
A Ordem dos Médicos e o Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e do Pescoço demonstraram que 15 em cada 100 mil portugueses tem cancro oral, e que dois em cada três casos são detetados em fase avançada, piorando o prognóstico.
Quando detetado atempadamente, o cancro oral tem uma taxa de cura que varia entre 80 e 90%.
O álcool e o tabaco surgem como os principais fatores de risco, aumentando em oito vezes a probabilidade de desenvolver cancro oral, mas questões como a alimentação ou lesões na boca também podem ter influência no aparecimento. Estima-se que oito em 10 doentes com diagnóstico de cancro oral consumam ou tenham consumido tabaco.
À semelhança do que se observa com outros tumores malignos, a prevenção do cancro oral passa, primeiro, pela adoção de um estilo de vida saudável, sem tabaco, com diminuição do consumo de álcool e uma alimentação rica em vegetais e frutas.

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